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CLP: O que é e como utilizar em sua indústria

Saiba como otimizar os processos de produção da sua indústria, melhorando o tempo gasto e reduzindo os custos com um CLP.

Durante uma produção industrial, muitos são os fatores necessários para que o processo flua da melhor maneira possível.  Agora, imagina se em uma técnica de produção em grande escala você tivesse que dar um passo fora da curva.Aplicar de maneira lógica e inteligente um método de edição personalizada sem que isso saia mais caro. Felizmente você não vai precisar de fórmula mágica pra isso; um CLP é perfeitamente capaz de sanar esse problema!

Ao falar em automação industrial, o CLP ou Controlador Lógico Programável, surge como um pop-up na mente. Isso acontece porque este dispositivo é um grande aliado para auxiliar e dinamizar a produção.

Ele permite uma criação personalizada e em massa, de menor custo e adaptável às necessidades do cliente. Mas o que é isso e qual a melhor maneira de usar? É sobre isso que iremos falar agora!

 

O que é e como surgiu o CLP?

O CLP (Controlador Lógico Programável), ou PLC (Programmable Logic Controller) como é comumente conhecido, é definido pela National Electrical Manufacturs Association – NEPA –  como um dispositivo digital que faz uso da memória programável com o intuito de armazenar internamente instruções previamente definidas.

É caracterizado, também, por ser um computador que ainda é responsável por executar funções específicas. O CLP depende da programação preestabelecida por um agente humano.

O Controlador Lógico Programável foi criado inicialmente para a indústria automobilística no fim da década de 1960. Seu maior objetivo era sanar a dor relativa às produções de grande porte e necessidades distintas.

 Como por exemplo a fabricação de carros de mesmo modelo, mas com pequenas diferenças. Diferenças que acarretavam em maior demanda de trabalho e sobrecarga de custo às empresas.

Era necessário desintermediar e aumentar a produção facilitando a programação e reprogramação ainda na fase de projeto. Isso a fim de possibilitar expansões que não modificassem drasticamente o sistema.

Sendo classificado como modular, compacto e soft-PLC, o CLP é responsável por gerenciar produções. Atua através da automação de processos industriais, funcionando sob adversas condições e gerando maior qualidade e rentabilidade na produção.

 

Como funciona?

Apesar de opções variáveis de acordo com cada fabricante há alguns pontos sobre a estrutura de um CLP que são de compreensão necessária para poder aplicá-lo. Confira:

Entradas

Para receber os sinais de entrada do sistema existem dois tipos de sinais: os digitais e os analógicos.

Ao passo que as entradas analógicas possibilitam medir a tensão e correntes dos sinais analógicos permitindo que o CLP seja sensível ao processo produtivo ideal. Da mesma forma como acontece com a variação de temperatura que vem de um termopar. 

Já as entradas digitais apresentam apenas duas variáveis em seu funcionamento. Sendo assim, representam apenas dois estados, como em um termostato.

As entradas analógicas possuem um sinal de transmissão eletrônico padrão. Estes são os de 4 a 20 mA dc (24Vdc). Há ainda o sinal de transmissão 1 a 5 Vdc, todavia este não é o recomendado, uma vez que há enfraquecimento na transmissão.

Já as entradas digitais possuem limitações na tensão de operação e na frequência, por isso os sinais comumente usados são o 24Vdc ou o 17Vac. São divididas em dois tipos: Tipo N ou Source e Tipo P ou Sink.

São consideradas tipo N quando o CLP reconhece a capacidade negativa da fonte de alimentação na entrada, por sua vez os tipo P são caracterizadas assim quando o CLP reconhece a capacidade positiva da fonte de alimentação na entrada.

Saídas

É na saída do CLP que se localizam os receptores de ordem. É inclusive nesse ponto que o CLP recebe as informações processadas do programa para execução lançadas pela CPU.

Bem como as entradas, as saídas também se segmentam em analógicas e digitais. As saídas analógicas possibilitam variação de sinais para um acionamento ou controle. Por sua vez as saídas digitais avaliam apenas dois tipos de sinais, o 0 ou o 1.    

Conexões

O funcionamento adequado de um CLP depende da ligação entre as suas entradas e saídas. Para que isso ocorra é necessário que você consulte o catálogo do fabricante do CLP que você usa, pois a tensão e/ou a forma de conexão podem variar.

 

Onde e porque aplicar

A instalação de um CLP exige uma análise de exigências e controles bem definidos, mas traz muitos benefícios quando aplicados nas demandas certas, tais como:

Benefícios

Rentabilidade – Um CLP viabiliza a execução de vários tipos de máquinas, além da possibilidade já mencionada de aplicar ações diferentes e específicas em massa, reduzindo o custo de produção;

Avaliação Prévia –  Os CLP’s contam com a possibilidade de teste e avaliação prévia, onde os programas podem ser testados, validados e corrigidos, poupando tempo e otimizando o processo de produção;

Segurança –  Usar um CLP possibilita a realização de atividades que seriam impossíveis ou agressivas a humanos, por isso é uma excelente alternativa para a execução de determinadas tarefas;

Otimização de espaço – O ensejo da utilização de contadores, temporizadores, bobinas e sequenciadores obteve um notável aumento a partir do desenvolvimento da memória do CLP. Há uma grande diversidade de ferramentas que podem ser conectados a apenas um controlador. Isso torna necessário uma grande quantidade de caixas de painel para vários sistemas.

Demandas

Controle de processos industriais – Alinhar duas soluções industriais para otimizar o processo de produção, de forma segura, é perfeitamente possível e aplicável.  A medida que um CLP age através de uma automação programada, os controles de processos tem como atribuições aplicar correções. Estes agem para definir sinais de correção e mensurar o valor da variável do processo.

CNC – O CNC ou Comando Numérico Computadorizado. Associado ao CLP permite ao processo de controle uma maior autonomia pré-programada. Alinhar as duas automações permite que o processo de produção se dê de forma a estabelecer no CNC uma comunicação serial com um CLP. Esta conexão possibilita a supervisão por computadores que formarão sistemas de controle integrados.

Envases – As indústrias fazem uso de um CLP no controle de envases das mais diversas formas. Essa utilização acontece seja para estrutura de equilíbrio dos materiais ou para direcionamento de qualidades e quantidades. O uso de um controlador lógico programável para envases industriais é fundamental para a otimização de tempo e produção dos processos.  

Controle de elevação – Um CLP aplicado a controles de elevação acontece principalmente quando se trata de elevação em poços de petróleo. Este controlador atua nesse momento em alguns pontos como por exemplo facilitando o registro. O registro acontece no momento da ocorrência de um evento através do seu relógio localizado no painel elétrico do poço.

 

Viu como o CLP é uma incrível solução?

Muitas são as razões e vantagens da aplicabilidade de um CLP,  desde a sua origem à atualidade esta é uma das inovações tecnológicas de uso mais recorrente na indústria, como você pôde ver em nosso artigo.

E agora, já está pronto para aplicar esse dispositivo no seu negócio? Mais do que apresentar conteúdo, buscamos oferecer soluções. Caso reste alguma dúvida sobre o assunto é só direcioná-la ao e-mail mluiza.januario@logiquesistemas.com.br. Ficarei feliz em ajudar! Gostou do que aprendeu por aqui? Compartilhe!  

 


Postado por Maria Luiza Januário

Um pouco sobre o autor (a): Publicitária em formação, apaixonada por comunicação que escolheu falar através do Marketing Digital.


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